11 dezembro 2009

Perdendo o dia como se isso não importasse?

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Uma dica?

Saia da cama!(e não estou falando pra ir por sofá...)

Não pense em nada... Isso acaba te deixando louco. Se prefirir coma chocolate até explodir, ou se afogue em uma piscina de batata fria.

Pode pintar a unha que você roeu a semana toda, ou pode inventar de pintar o cabelo... Pode reinventar seu quarto ou pensamento.E também tem aquela opção de sair sem rumo pelo bairro- o que não é recomendável se você estiver depressivo- ou pela a cidade toda.

Só não fica parado ok? Só não perca neurônios vendo aqueles seriados extremamente retardados ou fofocas dos famosos que nem sabem que você existe.


Ou... Esqueça tudo que leu acima e durma até amanhã.

10 dezembro 2009

Cadê eu?

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Talvez ninguém leia essa postagem, talvez ela não deva ser lida, talvez só sirva como um desabafo.


O ano de 2009 foi o pior ano da minha vida! Por que? Porque foi o ano que eu mais perdi!Perdi amigos, perdi meus 3 animais de estimação, perdi o amor, a esperança de conseguir a plena felicidade.Enfim, eu me perdi.
Se a raiva bastasse, se o choro bastasse, se o fato de não me conformar bastasse...

O vento não sopra mais a meu favor, não enxergo mais em cores, não vejo graça, não sinto nada além da dor.

Parece que quanto mais eu vivo, mais eu perco as pessoas, o ar, a vitalidade.Meu coração pulsa por motivo que não conheço, motivos que não são os mesmos de antes.Pulsa apenas para me manter viva.

Estou perdida em uma terra desconhecida. Sem passagem de volta, sem direito a comprar um bilhete para o trem.O trem que me levaria de volta para casa.

Dor. Desespero.Cansaso.

Eu só queria pular essa parte de Natal, e retrospectivas... Queria não sentir mais. Não me ver mais.Fugir de mim mesma por dois miléssimos de segundo...

Não me lembro como eu era.


Te amo Billy

09 dezembro 2009

Aliás - descubro eu agora - eu também não faço a menor falta, e até o que escrevo um outro escreveria.

- Faço o possível para escrever por acaso. Eu quero que a frase aconteça. Não sei expressar-me por palavras. O que sinto não é traduzível. Eu me expresso melhor pelo silêncio. Expressar-me por meio de palavras é um desafio. Mas não correspondo à altura do desafio. Saem pobres palavras.

Eu medito sem palavras e sobre o nada

Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro...

C.Lipector


Porque ela me entende.

08 dezembro 2009

Meu Deus!

E talvez você estranhe ao me ouvir
Não costumo me comunicar assim
Mas preste atenção quando a chuva cair,
Você vai me ver

Já tentei ser mais do que eu sempre fui
Mas esqueci que é impossível crescer
Pois todo sangue que nas minhas veias flui
Ainda não conseguiu aquecer
Meu coração


E dói demais me ver assim
Nunca há paz pra você nem pra mim
Por isso eu quero saber o que fazer

E nada mais parece me abalar
E nada mais me faz rir ou faz chorar
Não há ninguém aqui pra provar que eu existo
Não há ninguém aqui pra provar que eu existo

05 dezembro 2009

Respirando...

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A busca pela felicidade.Essa busca eterna tem gerado várias interrogações em minha mente.

Noites de paz.É isso que eu desejo. Desejo ainda mais que o tempo não me roube(seja lá o que eu tenha), que eu não seja enganada por ele.

Eu quero mais verde.Mais luz, amor, vento, calor. Que meus ideais não sejam sufocados.Plenitude, harmonia, vida!

Procuro ficar bem, mesmo estando na solidão. Mesmo sabendo que perdi meu coração.
Quero sentido, calma, perfume, paz, pensamentos descabidos, tudo o que uma criança tem...Inocência.

Quero encontrar respostas. Achar uma prateleira de beijos, uma loja de encantos, um campo de luz.

Luminárias que vão além da matéria, que mostre o carater. Mar de saudade, areia feita de açúcar, chuva de coca-cola, casas de verão, Neve de sorvete!
Sinceridade, amizade, me perder em você. Me imaginar num filme, me enxergar em uma música, escrever canções, repetir refrões em alto e bom som.

Sentir a batida, respirar o amor, encontrar o toque, colocar verdades nos olhos, tirar lágrimas do coração. Viver o presente, esquecer do tempo.

Ouvir pensamentos no silêncio. Dançar na chuva, fazer diferença.Me sentir em casa mesmo estando na estrada.

Dias de luz que estão em nós!

03 dezembro 2009

Pensamentos demaiS

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- O tempo não cura tudo. Aliás o tempo não cura nada, o tempo apenas desloca o incurável do centro das atenções.
O tempo me irrita!

Parte de um futuro que não é só meu...

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- Aquele olhar. Não era um olhar conhecido, esse sim era diferente. Diferente de todos que ela já havia testemunhado.

Dor. Cansaso. Saudade. Perda. Amor? Parou tentando decifrar o que realmente aquele olhar significava. Será que fez algo errado? Será que não fez algo que deveria ter feito? Estava mesmo ali?

Perguntas demais rondavam sua cabeça, e em nenhum momento parou para se olhar, para ver se havia alguma reação em sua face. No momento que percebeu isso, se deu conta de que havia mais pessoas ao redor. E mesmo paralizada mentalmente, tentando gravar aquele olhar, percebeu que seu corpo se mexia, e parecia uma pessoa que não estava viajando no pensamento.

De repente estava sentido um misto de emoções. Coisa que era normal quando estava confusa.

Não olhou de volta, não tentou retribuir com outro olhar desconhecido. Ignorou a hipótese que aquele olhar poderia significar algo negativo e simplismente sorriu e olhou para baixo.

Infelizmente não era capaz de ler pensamentos. O que cabia a ela era tentar ler rostos, sorrisos, olhares...

Em noites anteriores, sempre tentava decorar a face e as manias dele.

- Você terá a vida inteira para decorar meu rosto! Disse ele, finalizando a frase com um sorriso.

O sorriso que sempre a tranquiliza.

Pintas. Sorrisos. Beijos. Abraços.

Todas as coisas que uma garota tenta gravar na mente. O gosto, o perfume.Tudo o que é tão bom que não tem como ser real.

Deve ser por isso que ela queria gravar, caso não acontecesse mais, caso infelizmente acordasse.

Agora ela se encontrava doente. Com sintomas conhecidos...

Frio na barriga, dor no peito, aperto no coração misturado com a constante falta de ar.

- O que será que tenho mãe? Perguntou anciosa.

- Eu não sei... Deve ser amor!