23 julho 2014

Ela

Realmente, não sei como ela funciona . Como e por que me lembra e coloca o passado em evidencia do nada. Não sei por que as vezes parece -de propósito- me martirizar com pecados e atitudes que nunca, nunca mesmo poderei e nem ao menos terei jeito de voltar e apagar ou até sei lá... Reparar o dano.

Sei que todo mundo erra, e que fazemos coisas sem pensar. E que machucamos uns aos outros sem parar... Aliás, conclui que o ser humano em geral passa a vida consertando erros passados de uma forma quase que compulsiva.

De verdade? Não sei mesmo por que ela é má comigo ao me olhar no espelho. Não sei por que me faz pensar em números e loucuras que ela mesmo não deve saber de onde vieram. Fico com a hipótese de que ela gosta de afrontar, de confundir, de me fazer pirar.

Enfim, a mente? Ela mente! É um labirinto onde qualquer um, ou todos podem se perder.

21 julho 2014

Tudo

 Nunca seria como antes.
 No momento em que se descobre meios, mentiras, verdades ocultas... Tudo muda. Tudo!


Devo ser sincera a respeito de meus pensamentos e sentimentos. Os transformo em frases, textos por que preciso coloca-los em ordem. Estipular controle, níveis... Tentar enxergar do alto esses labirintos e descobrir a saída.
Mas a pergunta mais importante se forma: Será que descobrir a saída me faz inteira como antes?

E uma parte de mim responde: Não! sempre haverá uma marca. Um pequeno lembrete, um fantasma do que um dia foi seu presente.