Se tudo mudou...
Ao olhar pela janela, percebo que estava como as árvores que permanecem sempre no mesmo lugar. Não me movia, nem o vento me causava balanço. E o único impacto que causava ao externo era uma tranquilidade que por dentro não existia... E que de longe veio um dia existir.
13 setembro 2013
12 setembro 2013
11 setembro 2013
E ao ler...
"Eu não acho que seja possível preencher um espaço vazio com aquilo que você perdeu. Não acho que nossos pedaços perdidos caibam mais dentro da gente depois que eles se perderam. Agora foi a minha ficha que caiu: se eu de alguma forma a tivesse de volta, ela não encheria o buraco que a perda dela deixou."
John Green - O Teorema de Katherine
John Green - O Teorema de Katherine
22 julho 2013
Um fato sobre mim
E hoje, finalmente, resolvi seguir em frente. Decidi que o passado não me importa mais. Decidi conhecer o mundo, as pessoas e a aprender a amar e lutar por causas nobres. Decidi não me importar mais com quem parece não se importar. Decidi seguir minha vida da maneira que acho correto. A não focar na opinião alheia e a acima me respeitar mais.
Se alguém não demonstra se preocupar, porque eu teria que me importar...
Enfim, estou mais confiante e pronta para me amar e a amar de verdade as pessoas que nunca quiseram se separar de mim.
Se alguém não demonstra se preocupar, porque eu teria que me importar...
Enfim, estou mais confiante e pronta para me amar e a amar de verdade as pessoas que nunca quiseram se separar de mim.
18 julho 2013
O amor as vezes é tóxico
Senti de escrever hoje pela manhã sobre o amor e o que ele faz com a gente. Sobre como ele nos esgota, como nos leva as alturas e depois -como quando o paraquedas não funciona na sua experiência radical- faz em queda livre tudo se quebrar.
Me deu vontade de dizer o que de verdade penso para todos que entram e leem esse blog estranho, me deu repulsa de pensar em como o amor fez e faz a autora dessas palavras se machucar e machucar as pessoas ao redor. Me peguei a pensar em quantas vezes já senti uma enorme dor no peito e em alguns momentos que senti a dor alheia, senti o peso que a frase " Eu te amo" tem - pelo menos para quem respeita o poder das palavras- em um relacionamento.
Me lembrei de momentos em que me perguntei por que o amor nos suga tanta vitalidade. Por que influencia no nosso humor, na nossa vida e em tudo que toca. Me vi ali- na hora do meu almoço- perdida em pensamentos e em um flash back digno de depressão, lembrando do fim. De quando as diferenças, o passado, e tudo de ruim que a outra pessoa te fez sentir se torna tão pesado que deixa em segundo plano os momentos de euforia e felicidade intensa que a mesma causou.
Fiquei pensando em tudo isso e em fragmentos do meu passado. E percebi muitas coisas sobre mim mesma. Descobri que sou uma pessoa que precisa ouvir um " me perdoa" para poder seguir em frente, que sou uma pessoa que tem medo. Que não sei esperar, que se importa demais, que já sofreu demais e demora para acreditar nas pessoas. Descobri várias outras coisas, mas uma - e essa é bem importante- me deixou ainda mais pensativa. E sabe qual é?
Bom, descobri que sou uma pessoa que morre de medo de ser abandonada e sendo assim- por esse medo me consumir- prefere abandonar.
Me deu vontade de dizer o que de verdade penso para todos que entram e leem esse blog estranho, me deu repulsa de pensar em como o amor fez e faz a autora dessas palavras se machucar e machucar as pessoas ao redor. Me peguei a pensar em quantas vezes já senti uma enorme dor no peito e em alguns momentos que senti a dor alheia, senti o peso que a frase " Eu te amo" tem - pelo menos para quem respeita o poder das palavras- em um relacionamento.
Me lembrei de momentos em que me perguntei por que o amor nos suga tanta vitalidade. Por que influencia no nosso humor, na nossa vida e em tudo que toca. Me vi ali- na hora do meu almoço- perdida em pensamentos e em um flash back digno de depressão, lembrando do fim. De quando as diferenças, o passado, e tudo de ruim que a outra pessoa te fez sentir se torna tão pesado que deixa em segundo plano os momentos de euforia e felicidade intensa que a mesma causou.
Fiquei pensando em tudo isso e em fragmentos do meu passado. E percebi muitas coisas sobre mim mesma. Descobri que sou uma pessoa que precisa ouvir um " me perdoa" para poder seguir em frente, que sou uma pessoa que tem medo. Que não sei esperar, que se importa demais, que já sofreu demais e demora para acreditar nas pessoas. Descobri várias outras coisas, mas uma - e essa é bem importante- me deixou ainda mais pensativa. E sabe qual é?
Bom, descobri que sou uma pessoa que morre de medo de ser abandonada e sendo assim- por esse medo me consumir- prefere abandonar.
17 julho 2013
Muitos verbos no mesmo lugar.
Ela estava a esperar...
Um homem lindo que aparecesse de forna inesperada. Um começo digno de contos de fadas, uma vida de memórias lindas. Estava a esperar. A esperar pelo pedido, pelo clima e dia lindo. O vento forte e não a brisa, as estrelas tendo a lua como guia.
Esperava a noite e a calmaria de um dia ter, se abster das lutas externas e assim por diante seguir a vida. Esperava um homem com um destino, mas que um amor um amigo. Espera beleza, o divino.
Ela esperava tudo acontecer, deixava a vida a levar, e a observar continuava parada no mesmo lugar. Ela queria que sua vida tivesse trilha sonora, que as pessoas não fofocassem. Queria verdades e sinceridade. Esperava o dia em que nada de fútil importasse.
Ela queria que a vida fosse igual a um filme, queria menos drama mais alegria. Queria a resolução dos problemas.Esperava receber muitos poemas.Esperava entender os homens, procurava por respostas e olhares sem defesas.Esperava saber cuidar do amor quando chegasse, esperava saber amar quando o amor a encontrasse.
Queria tudo de bom que a vida pudesse oferecer. Esperava um dia vir a merecer.
Um homem lindo que aparecesse de forna inesperada. Um começo digno de contos de fadas, uma vida de memórias lindas. Estava a esperar. A esperar pelo pedido, pelo clima e dia lindo. O vento forte e não a brisa, as estrelas tendo a lua como guia.
Esperava a noite e a calmaria de um dia ter, se abster das lutas externas e assim por diante seguir a vida. Esperava um homem com um destino, mas que um amor um amigo. Espera beleza, o divino.
Ela esperava tudo acontecer, deixava a vida a levar, e a observar continuava parada no mesmo lugar. Ela queria que sua vida tivesse trilha sonora, que as pessoas não fofocassem. Queria verdades e sinceridade. Esperava o dia em que nada de fútil importasse.
Ela queria que a vida fosse igual a um filme, queria menos drama mais alegria. Queria a resolução dos problemas.Esperava receber muitos poemas.Esperava entender os homens, procurava por respostas e olhares sem defesas.Esperava saber cuidar do amor quando chegasse, esperava saber amar quando o amor a encontrasse.
Queria tudo de bom que a vida pudesse oferecer. Esperava um dia vir a merecer.
16 julho 2013
Aprendi, entendi e ... Aceitei.
Aprendi que para ser feliz não se precisa de muito.
Aprendi que comida japonesa é maravilhoso.
Aprendi que as noites mais frias pedem abraços quentes.
Aprendi que o amor da sua vida nem sempre é a pessoa que você está.
Aprendi que colocar em primeiro lugar a opinião dos outros é se desfazer da sua.
Aprendi que nem sempre o que se diz é o que se senti.
Aprendi que as pessoas são egoístas. Todas sem exceção.
Aprendi que promessas não necessariamente são dividas.
Entendi que nada é como a gente quer.
Entendi que o desconhecido nem sempre é ruim.
Entendi que não se escolhe quem amar.
Entendi que ter personalidade nem sempre significa ser rude.
Entendi que as pessoas as vezes mentem para nos poupar.E que mentem também por que são viciadas nisso.
Entendi que a vida é feita das consequências das escolhas.
Entendi amargamente que as pessoas preferem a mentira do que a verdade absoluta dos fatos.
E finalmente...
Aceitei que nem sempre o meu querer vai ser respeitado.
Aceitei que não importa onde eu trabalhar, sempre vai ter alguém que vai me irritar e desmotivar.
Aceitei que as pessoas são más e boas quando querem.
Aceitei que não adianta fazer as coisas esperando aprovação, por que de verdade? De verdade nunca as terei.
Aceitei que as coisas vão mudar sempre e que nem sempre vou gostar disso.
Não aprendi a esquecer.Não entendi os "porquês" e claro, não aceitei tudo que um dia perdi e nem aceitarei se um dia tudo que me resta vir a perder.
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